Eu peço, eu penso, eu faço
Juro por mim que vou atrás e não desisto.
Fujo intrépido de tudo que o caminho coloca no caminho
E sua genialidade pela metade me faz duvidar
Quão certa é minha empreitada eu não sei.
Mais vale tentar
que depois viver com a dúvida que o “e se” nos traz.
Acredito no futuro... mais que no passado
Que já parece esquecido no tempo
Visto que já o passado te reprime
Por simplesmente tratar de ser
Aquilo que sempre fui.
Meu eu... mudado ou não...
segue puro na intenção de querer...
Meu ego, firme, agüenta qualquer indagação
E vezes me pergunto...
faltando tão pouco pro futuro ser presente,
faltando tão pouco pro descanço da saudade.
Porque que o caminho começa a rejeitar o caminhante?
Corre uma brisa fria...
Me avisando que vem tormenta por aí...
Até logo senhorita tempestade.