quarta-feira, 13 de abril de 2011

senhorita tempestade



Eu peço, eu penso, eu faço
Juro por mim que vou atrás e não desisto.
Fujo intrépido de tudo que o caminho coloca no caminho
E sua genialidade pela metade me faz duvidar
Quão certa é minha empreitada eu não sei.
Mais vale tentar
que depois viver com a dúvida que o “e se” nos traz.

Acredito no futuro... mais que no passado
Que já parece esquecido no tempo
Visto que já o passado te reprime
Por simplesmente tratar de ser
Aquilo que sempre fui.

Meu eu... mudado ou não...
segue puro na intenção de querer...
Meu ego, firme, agüenta qualquer indagação
E vezes me pergunto...
 faltando tão pouco pro futuro ser presente,
faltando tão pouco pro descanço da saudade.
Porque que o caminho começa a rejeitar o caminhante?

Corre uma brisa fria...
Me avisando que vem tormenta por aí...

Até logo senhorita tempestade.

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